sábado, 5 de setembro de 2015

O que há de bom: Geek Society e Vida de Cosplayers

~Ooi, pipous!

      Tem essa coisa de eu adorar falar sobre o que ando vendo e ouvindo, e já que eu só vejo coisa boa - hihi - , vim dar uma palhinha sobre essas pages aí do título. É o seguinte: você que é nerd, otaku e/ou gamer, e que gosta de estar sempre atualizado sobre o universo geek (com direito à critica fresquinha de quem entende do assunto), precisa passar lá no GS. Mesmo. E isso é tudo, confie em mim ~ o resto o blog fala por si só ;)



      E é claro, que não me esqueci de falar sobre esse blog todo Amor, o Vida de Cosplayers. O conteúdo todo voltado para cosplay avá conta com tutoriais e dicas em primeira mão sobre cuidados com materiais e etc, além de coberturas de eventos lindjos *~* E é por isso que eu to apaixonada você precisa passar lá ;)




Links:
      É isso, pipous! Nos vemos no próximo post ;)
bjolas e bye ;**

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Não é culpa da Melinda

Enquanto de uns versos miados de amor
Para lá e para cá
Melinda não sabe o que fazer
Ela espera ansiosamente
Pelo encontro ardente entre o sol a sorrir
E a chuva a chover
Um punhado de ácidos que Melinda não vê
Espere um minuto
Onde está o sabor?
Melinda não vê.



-Madá

Hora das Sinopses: Kiminishika Kikoenai


 ~Oie, pipous ^ç^

      Bem, dessa vez vim falar sobre mangá (ainda irei variar muito, então não se assustem). A tradução do japonês é "Só você pode ouvir", e apesar de parecer algo mais puxado para o shoujo, não é bem assim, pelo menos ao meu ver: a história, escrita por Otsuichi, surpreende, e essa adaptação em especial tornou o conto algo muito mais palpável ~ e bonito.
      O mangaka é o Kiyohara, o mesmo de Another. Como outras milhares de pessoas conhecedoras de seu conteúdo, creio eu, achei muito formidável o enredo, que apesar de sutilmente, não deixa de apresentar o toque sobrenatural que é comum a ambos os criadores.

 ~ O mangá

                  

      Aihara Ryou é uma garota beeeeeem tímida. Tão tímida, que tem dificuldades na fala, apenas por causa da pouca frequência com que usa as palavras no dia-a-dia. Não obstante esse bug, ela tem um enorme desejo de ter um celular.
      Sua imaginação se torna cada vez mais fértil em torno do tal desejo, até que ela consegue visualizar a aparência de seu "celular ideal", imaginar de que tamanho seria, que toque teria, qual o wallpaper e coisas do tipo. Um belo dia, enquanto ela sonhava com seu celular ~ para variar ~ durante a aula, ouve-se o toque de um telefone. Até aí tudo bem. O problema é que O CELULAR NÃO É DE NINGUÉM.
      Xablau.
      Aí é que as coisas ficam interessantes (você estava aí achando que dormiria na primeira dúzia de páginas...): Ela começa a ter uma ideia um tanto quanto estúpida. Imbecil. Mas sua imaginação era fértil, o que custava sonhar um pouco? Ela checa sua imaginação, visualiza o celular-ideal-de-estimação e... Ele é que está tocando. Por sinal, ela percebe que o toque é o mesmo que ela havia imaginado para um possível celular físico. As coisas só melhoram: do outro lado da linha, ela ouve a voz de Nozaki Shinya.
      Com o tempo, ela descobre muitas coisas sobre seu novo celular, e sobre o rapaz com quem tem falado. E você descobre muitas coisas sobre a carga emocional que rodeia a história, que eu identifiquei como uma espessa camada de solidão envolto numa sopa de boas sensações que tem esses dois pombinhos, por finalmente serem ouvidos. É essa proposta, afinal. Só você pode ouvir.
      Bem, o que posso falar sobre essa pequena delícia one-shoot? Levei pouco mais de meia hora para devorar o mangá, acho que por culpa do ócio combinado com essa coisa que a história provocou em mim. Excitante, fofo e melancólico. O maior plot twist é o próprio fim da trama. E não é nada mau. Não vi absolutamente NENHUM detalhe a criticar, exceto, talvez, a parte em que *spoiler* e depois *spoiler*. Cara, como é que *spoiler* foi acontecer?
      Apesar de *spoiler* ter me deixado bem deprimida, são detalhes necessários, que dão uma riqueza de atrativos e que contribuem ativamente com o sentido da história. Detalhes sem os quais a mensagem que o Otsuichi quis passar viria disforme. Então, sim, não tenho críticas negativas.

     ~O Autor:

OTSUICHI
      Seu verdadeiro nome é Adachi Hirotaka. Ele é natural de Fukuoka, no Japão, e tem muitas histórias nas costas, e dou destaque especial para os clássicos Calling You, Kimi ni shika Kikoenai e Goth, e um de seus contos mais antigos, o Summer, Fireworks, and My Corpse, de 1996, bem como um dos mais recentes, Yagiza no Yuujin, de 2014. E isso é tudo o que sei sobre ele. Sei que ele é casado com uma mulher chamada Oshii Tomoe, mas isso é uma curiosidade fora do nosso foco.

KIYOHARA
      Sobre ele, sei menos ainda ~ apenas que produziu Another, cujo anime é bem famoso e cuja protagonista, Misaki Mei, está na lista de cosplays que ainda farei (:3).
      Ele tem outros mangás, como Tantei no Tantei (2014) e Tsumitsuki (2008). E só. Se souber de mais detalhes, atualizo vocês, pipous. Okay? Okay.

~ Bem, se você curtiu a indicação, corre em qualquer site que disponibilize conteúdo otaku online ou numa livraria (caso uma edição física te agrade mais, como agrada a mim). Vejo vocês na próxima indicação, okay? Será algo meio diferente...

KISSUS e BYE ;**

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Centopeia Humana

      No mesmo instante em que a refeição me vinha como um prato cheio, e eu me deleitava em toda aquela merda caudalosa que alguém despejou para aqueles como nós. Do forno anal direto para o âmago. E para o ânus. E eu não admitia como aqueles garçons não gemiam de prazer com tantas línguas sobre a carne macia de suas bundas. Mas ninguém se importa com os corvos.
      Ou com as bonecas.
      Logo, logo a merda digerida servirá de alimento para outras bocas, que lamberão outras bundas, que se arrepiarão (ou não) de forma que aquela orgia imunda jamais acabará, tal como é cíclica.
      Me pergunto se a merda final se parece com a primeira.
      Tragam os ovos e alguém se lembrará de Simone. Quem se lembrará de outras histórias de outros olhos?
      Agora eu faço piadas, mas não é tão fácil viver quando só o que vemos é a intimidade de alguém sem nunca ver seu rosto. Nem tão prazeroso quanto se a parte colada ao seu sexo fosse o meu próprio, mas, como eu disse, ninguém liga. Estamos sempre comendo e cagando, e comendo e cagando na cara de outras pessoas. Que vão acabar cagando nossos próprios dejetos em nossas bocas. Um círculo insere um ciclo, mas aqui o problema é outro.
      Se pelo menos aquilo o que passássemos adiante pelo ciclo fosse leite quente...



Madá

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Retrato Calado

      Em outubro de algum ano indigesto e de algum lugar cuja ciência sobre se dá por desnecessária, um tiro pôde ser escutado na atmosfera febril, tendo atingido uma algibeira esquecida na calçada, em frente a uma loja de conveniência igualmente desinteressante e assimilada ao poder do tempo de corroer a matéria. Uns poucos passos dali para o Sul estaria o autor do disparo, isso se já não estivesse a meio caminho de evaporar pela ladeira de pedra, veloz como a morte súbita e camuflado como um átomo na névoa, visto que ela já não permitia ver um palmo a frente do nariz. Errou o tiro, ma o local...
      Foi decisão bem acertada, essa de correr ao subúrbio voluptuosamente vaporoso, estonteante - mas não de beleza, que falo mesmo é da planta. Se bem que sua folha não deixa de ser, contudo, bela; Deus sabe como a planta aos montes ia tomando seu lugar nos objetivos mundanos, numa curva exponencial direcionada para aquele profundo limbo entre uma ligação neurônica e outra.
      Subiu o bairro atento. Não sei a quê, que seu perseguidor parecia ver tanto quanto cego em tiroteio. Ouviu um barulho aleatoriado e coziu a sola do pé no asfalto ruas adentro durante uns três Faroestes Caboclos e meio, tropeçando como o cata-buracos que era, até achar freio preciso: um tiro que lhe raspou o cocuruto e por tão pouco não lhe apaga a memória que já não sabe se carrega o nome de D. Margarida ou D. Inácia, tampouco se é um desses o nome da finada sua mãe. Mais um, no umbigo fundo, que calou o incômodo da falta de cagar. O rapaz nada disse, mas podia ver o vapor saindo das carnes fermentadas de suas costas no asfalto se misturando com a fumaça de erva da atmosfera enquanto era arrastado pelo membro - o pé - até uma possível desova.
      Quando chegasse talvez tivesse a sorte de ter as tripas já tão macias da fervura, que pela primeira vez teria a fome aquietada pelo tempo de um livro de salmos; mesmo assim, admitiu por bem chamar por Deus pelo caminho.
      O homem que o capturou tirou o quepe e o uniforme e atarraxou-se com a bunda na poltrona de casa. Na manhã seguinte passaria o serviço para "o outro cara", aquele que fazia o trabalho realmente sujo. Travou o revólver e contou uns cinco maços de notas, que atirou sobre a cama onde repousavam uns papéis de importância relativa (em relação ao dono, duvidosa) onde constava um símbolo pomposo de cunho governamental. Neles, lia-se: POLÍCIA FEDERAL - TRABALHANDO PARA A SUA SEGURANÇA.
      O documento abaixo era uma descrição da visivelmente bem-sucedida campanha de desarmamento daquele ano.
      Descendo pr'um subsolo uns bocados, estavam uma saleta perfumada a gases fecais e lama três ratos, duas baratas e três corpos. Porém, diferente do que pensas, não estavam no caminho para a luz, senão com as pupilas bem dilatadas e acostumando-se à escuridão que era aquela espelunca. Olhavam-se: o garoto com a fome e a carne cozida, e aquela coisinha minúscula, a morena dos olhos grandes que nunca conheceu o amor consensual - em nenhum dos sentidos. Duas almas arrancadas da inocência juvenil que encontram uma bifurcação em seu caminho que as leva, lado a lado, a tropeçar sobre seu pequeno grande dilema moral.
      Vingança ou morte.
      Morte ou vingança.
      Creio eu que morte nos dois casos, já que vingança e morte nem parecem mesmo esses dois caminhos adversos. Se o são, não de morte morrida ou matada, mas morte da alma e do corpo. No entanto, ambos já estavam putrefando suas almas. Não se pode dizer o contrário do pobre garoto que ali esperava a necrose carnal com desespero. Seriam, assim, mortos de qualquer maneira? Talvez eu tenha acabado de me debruçar sobre um paradoxo de pinóquio, afinal. Prossigamos, que vingança é para os não-mortos, e temos duas criaturinhas de olhos acesos de vontade de viver.
      Não obstante, havia um defunto apenas no recinto.
      O fruto da obscenidade humana coberto de sangue seco que mais parecia um coágulo grande demais. Crescia (?) de dentro da moça, como um pequeno broto de batada vermelho. Jazia conectado e desamparado à figura maternal que olhava sem ver para os olhos do menino espantado.
      Olharam-se por três vidas - as dos três ratos, que encontraram o inferno numas ratoeiras nojentas.
      Quando o sol se ergueu, indicando mais uma manhã incesta de vida, os dois viram chegar a figura do algoz segurando um telefone.
      "Já te digo algo de produtivo"
      Esses foram seus últimos dizeres antes de revelar-se e fechar a porta atrás de si, em conflito exorbitante sobre o que desembainhar primeiro; o bisturi ou o membro.




 - Madá

*AVISO: Queiram, por obséquio, considerar esse conto como obra FICTÍCIA sem referências com fim difamatório. Grata, a autora.*

sábado, 6 de junho de 2015

Hora das Sinopses: Flavia de Luce (e o teatro das marionetes)

      ~Ooi, pipous! Sei que tem uma semana que não venho ver vocês (>.<) Mil desculpas pelo atraso e tudo o mais, a escola está um caos total com essa coisa de projeto de física.

      Bem, hoje eu vim falar sobre algo muito mais produtivo e importante do que milhões de jogos juntos: livros. Sobre um em especial, que vai dar início a esta série, a Hora das Sinopses, na qual eu vou falar das maravilhas que andei lendo por aí. Novos, antigos, clássicos, futuristas, vou falar de todos. Do que tratam, o que ensinam, e que nota dei a cada um deles, óbvio.

      Então, lhes apresento essa primeira maravilha, que foi concebida pelo autor premiado Alan Bradley:

Flavia de Luce e  Teatro das Marionetes (2010)



      O livro da série As Crônicas de Flavia de Luce traz a segunda aventura dessa garotinha, que com apenas onze anos, já se tornara uma ávida mente detetivesca. Com um interesse formidável em química e uma inclinação para investigação criminalística, Flavia é a caçula de sua família, e de longe a peça mais estranha da casa. Sua história? Odiada pelas meio-irmãs Daphne e Ophelia por ter nascido, Flavia vive perambulando pelos bosques das redondezas de sua casa, e pelo seu laboratório de química, único refúgio que tem para fugir da solidão que é viver naquela mansão.
      As coisas são bem calmas na mansão, até chegar um teatro de marionetes na cidade, comandado por Rupert Porson e sua bela assistente, Nialla.

"Ai, mas não há nada de interessante nisso!"
   
      Okay, considere que em seu primeiro show na cidade, Rupert caia morto no meio do palco, e a polícia reconheça o caso (dadas as evidências) como assassinato. Quebrou seu tédio agora? Quem você acha que vai investigar às escondidas esse caso? E quem você acha que será pego?
      São perguntas que a brilhante tampinha Flavia vai responder, uma a uma, numa investigação que desenterrará fantasmas esquecidos de outro assassinato. Para isso ela desafiará a polícia, a moral e os bons costumes, até achar o culpado.

      Pessoalmente, o início do livro não me surpreendeu. Achei um pouco extenso demais no quesito descrição de interiores, ou talvez tenha sido essa a intenção do Mr. Bradley ao combinar a trama, que envolve teatro, com a escrita que me lembra um pouco uma peça. De qualquer maneira, enrolei algumas vezes para adiantar a leitura, lia umas cinco páginas por dia (a minha média é de 30). Fora a primeira frase da trama, que é (*CAUTION: SPOILER*) "Eu jazia morta no pátio da igreja" ,o livro só realmente captou minha atenção a partir da chegada do Teatro. A maneira como ele descrevia a relação perturbada entre Porson e sua assistente, e o jogo de palavras e ideias que o autor imprimiu - certamente foi proposital, esse cara é um gênio - me deixou com certa dúvida se as irmãs odiavam Flavia ou se apenas a achavam esquisita e tinham uma certa tendência a praticar o bullying familiar por osmose. O que realmente me deixava com... Certa preguiça, talvez, de ler mais páginas por dia era a tendência do autor a delongar em descrição. Ele costuma descrever tudo, com bastantes adjetivos. Dá para criar uma imagem nítida da cena na mente, mas isso além de tornar o progresso do leitor mais lento, na minha opinião, tira dele a liberdade de imaginar do jeito que sua mente desejar, tira dele aquele leque de possíveis aparências que a trama teria e que para mim é o mais importante - cada tipo de leitor imagina de uma maneira, e quando duas pessoas que leram o mesmo livro debatem, suas imaginações podem aumentar a variedade de interpretações da história. Em contrapartida, a minha impressão foi que, a partir da morte de Rupert, a leitura se torna menos densa, não sei se foi impressão minha, mas percebi isso. Passei a ler mais do que cinco páginas por dia, e acompanhei mais de perto os personagens secundários, ao invés de me prender à protagonista, como fazia na primeira parte da história. O final foi o que mais surpreendeu - e essa é a característica das histórias do Alan Bradley. Como escritor de romances investigativos, ele é bem entendido do conceito de fator surpresa. Agora, se quiser saber qual deles ele utilizou nesse livro, sugiro que vá à livraria mais próxima ;)

Nota: **** (o máximo é de seis estrelinhas)
Sobre o Autor: 

      Alan Bradley nasceu no Canadá de 1938 e se formou como engenheiro. Trabalhou na Ryerson University quando ainda era chamada Ryerson Polytechnical Institute, em Toronto. Começou escrevendo histórias divertidas para crianças, e foi membro-fundador da The Casebook of Saskatoon. Em 2007 ganhou o prêmio Debut Dagger pelo livro que antecede esse que falei, Flavia de Luce e o Mistério da Torta.

Ficou interessado? Semana que vem tem outra resenha. Ah, e para quem ainda não viu, lá no final do feed tem uma lista relativamente curta de sugestões de leitura, que eu atualizo sempre que termino um bom livro.

Nos vemos no próximo post? Beijinhos de luz ;** e BYE

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Marina

Ela sorria e sibilava,
Sibilava e sorria,
Talvez nunca fosse,
Mas era sombria.

Talvez nunca usasse
Palavras vazias,
Mas sempre estivera
A jurar mentiras.

À noite em sua mente
Contava as mentiras
Na verdade eram
Verdades sombrias

Ela não saíra
Por que não ficara?
Porque detestava
As preces tardias

Escrito em seus lábios
Seu nome, Marina
Morreu sibilando
Enquanto sorria.


segunda-feira, 27 de abril de 2015

À todo aquele também de algos saturado.

Virei ao mundo chorar lágrimas de fogo à luz da lua
A luz da lua verei ao chorar lágrimas de fogo
E o mundo que queimará sob meu choro
Verei ruir em cinzas cor de luar
E eu, que acenderei a pira que o consumirá
Virei ao mundo chorar lágrimas de fogo à luz da lua

Madá

Do hobbit para o mundo...

      ~ Ooi
Meu nome não é Madá, mas pra vocês é. Eu sei que é tolice falar sobre mim num post quando existe uma barra com os dizeres "Ver meu perfil completo" bem ali do lado, mas... É meio coisado demais, pequeno demais pra caber uma descrição básica dessa casinha de bonecas. Não dá pra falar sobre as coisas que te ocorrem quando se é um hobbit apaixonado por livros que possui uma cozinha maior que a sua capacidade de alcançar a própria despensa. Não tem tanta graça.

Estamos no único cômodo pronto da casa, então coisas novas vão aparecer em breve ~ não fiquem achando que isso vai ser pouca merda ( : v ) ~ em forma de poesia, desenhos, reviews, críticas e toda a enxurrada de coisas que eu tenho pra descarregar na minha casinha nova.

Okay? Então eu vou dizer BYE e desejar BEIJINHOS DE LUZ pra vocês, pipous ;***